Faça para você

Fazer direito ou medicina não te torna automaticamente rico ou bem sucedido.
Ser “blasé” já saiu de moda há 4 anos (principalmente o forçado).
Falar francês e/ou alemão não te torna superior a ninguém.
E se for falar uma das línguas, certifique-se de que você REALMENTE sabe o que está escrevendo.
Ter seu grupinho de amigos com título próprio, que serve apenas para falar mal da vida alheia, além de infantil, é idiota
Postar músicas de bandas desconhecidas ou trailers de filmes iranianos não te faz mais cool e hype que ninguém.
Escutar uma banda antes dela se popularizar não te dá direitos sobre a mesma.
Ser um hater de coisas da moda é clichê, além de também ser uma modinha.
Vamos ser mais naturais, parar de insistir em impôr uma imagem construída e forçada de uma coisa que você não é.
Menos burrice, menos idiotice, menos passação.
Vá ver um filme da seção da tarde, escutar Katinguelê, estudar oceanografia, ser funkeiro, aprender mandarim, comprar roupa no Ponto da Moda, beber no bar da esquina, ir à lugares desconhecidos, com festas desconhecidas, com ciclos sociais diferentes e com pessoas diferentes.

Ou não. Continue fazendo o que você faz. Mas faça para você, e não para os outros. Faça porque gosta, porque quer.

49 days

Ji Hyun é uma mulher mimada, de boa família, que estava prestes a se casar e acreditava que sua vida era perfeita. Então ela sofre um acidente de carro e entra em coma. Entre a vida e a morte, lhe é dada a opção de encontrar três pessoas que chorem verdadeiramente por ela em 49 dias, sem ser da família, para que assim, ela possa acordar do coma e viver. Para isso, ela poderá utilizar o corpo de Song Yi Kyung, enquanto esta estiver dormindo. Ela conta ainda com a ajuda do programador (que é tipo um anjo da morte).

Quando eu li a sinopse da história em alguns lugares, eu não me interessei. Pensei que fosse muito fantasioso para a minha cabeça. Mas em todos os blogs e uma amiga e um amigo meu diziam que era muito bom, então, eu baixei. Mas deixei para assistir depois que eu terminasse de ver os doramas com o Jang Geun Suk. 
Ao terminar de assistir o primeiro episódio, diferente de muitas pessoas, eu não fiquei ansiosa para ver o segundo. A história não tinha me prendido. Mas mesmo assim, eu assisti o segundo. E o motivo de eu ter assistido ao segundo episódio foi o programador (scheduler). Esse personagem me cativou logo no primeiro episódio de um jeito que... Acho que nenhum outro personagem de dorama me cativou com tanta rapidez. 

49 days foi bem estruturado e bem trabalhado, mas como não era um dorama de ação, não me prendeu facilmente. Eu me peguei viciada e devorando os episódios a partir do décimo. Pois até então, eu só estava assistindo por amor e devoção ao programador e também pelo Han Kang.

Não vou contar muito sobre o enredo e o desenrolar da história, pois qualquer spoiler é prejudicial. A graça do dorama está justamente no fato de ser imprevisível. 

Embora tenha tido algumas "falhas" no enredo, como por exemplo, o motivo dos vilões para fazerem o que fizeram ser fraquíssimo e o Han Kang não ter convencido em nada nos flashbacks ser um adolescente, eu considero 49 days o melhor dorama que eu já vi. 

A atriz Lee Yo-won realmente deu um show de atuação. Realmente dava para saber quando ela era a Song Yi Kyung e quando era a Shin Ji Hyun. A atriz Nam Gyu-Ri ganhou minha afeição e simpatia. Embora eu tenha amado o Han Kang (Jo Hyeon-jae) e tenha me apaixonado pelo Scheduler (Jung II Woo), o personagem que eu mais amei foi o Kang Min Ho. Mesmo sendo o vilão da história, ele ganhou minha admiração. Eu realmente me apaixonei, não por o vilão ter sido bem interpretado pelo Bae Su-bin, mas por ele ter sido um dos vilões mais humanos que eu já vi em doramas e seriados e livros e o diabo a quatro. Eu me compadeci por ele no final, só Deus sabe o quanto ele me fez chorar. 49 days retratou muito bem o fato de todos nós termos um lado bom e mau. Aliás, 49 days nos faz refletir de uma forma unica a nossa existência, a nossa vida. Nos faz refletir como nós somos capazes de enganar e sermos enganados. Como nós somos cegos, como muitas vezes quem a gente pensa que nos ama, não nos ama. E quem a gente acha que não nos ama, nos ama. Me fez refletir muito sobre a fragilidade da vida e das relações. 

Os episódios finais de 49 days são imprevisíveis. Talvez o melhor desfecho de uma história. Mesmo sendo um desfecho que desagradou à muitos, pois estamos todos mal acostumados com finais felizes e utópicos. Mas eu gostei, pois foi um final digno, real. E foi um final feliz, apesar de não ter parecido. Eu confesso que chorei ao ponto de soluçar com 49 days e eu nunca tinha chorado desse jeito por uma história. E eu confesso que chorei por quase meia hora depois de ter terminado de assistir. Por isso, assistam e não tenham medo de chorar. É um drama que faz a gente chorar muitas vezes, mas que vale a pena todas as lágrimas.


Coffee Prince (minhas considerações)




O enredo de Coffee Prince pode parecer clichê. Ou melhor, de fato, é clichê. Mas é um dos melhores clichês que eu já vi. Um resumo bem resumido é: Menina que se passa por um menino, se apaixona pelo chefe. E o chefe se apaixona pela menina que ele pensa ser um menino. Os coreanos adoram inventar histórias assim.

Eu consigo pensar em vários pontos que fizeram uma história clichê se tornar tão envolvente e se destacar dos outros clichês. A começar pelos atores que interpretaram os protagonistas. Só assisti esse dorama com eles, mas logo no primeiro episódio fiquei impressionada como a Yoon Eun Hye conseguia parecer um garoto. Não só fisicamente (porque de todas as atrizes que eu vi interpretando garotos, ela foi a que mais conseguiu se parecer um menino), mas no jeito, nas ações, nas atitudes. Ela parecia um menino. E o Gong Yoo, a medida que iam se passando os capítulos, eu me apaixonava mais por ele, pela atuação dele. Esse homem, além de ser lindo e ter um charme irresistível, ainda possui uma simpatia de fazer inveja (mesmo ele fazendo um papel de homem mimado, a simpatia dele transbordava pela tela). Os príncipes que trabalhavam no café... Não teve como não se apaixonar por todos. Eu não sei qual eu gostava mais. O casal secundário... Eu amei o Han Sung, embora eu tenha ficado por várias vezes indignada com ele por aceitar de volta e por amar a Han Yoo Joo. Sempre gostei de mulheres independentes em filmes, livros, séries e o diabo a quatro, mas a Yoo Joo me irritou pra valer. Ela queria se passar por santa, por mulher digna e independente, mas vivia rodeada por homens e dando trela pro Han Kyul, mas na cabeça dela, ela não dava trela pra ninguém, só pro amor da vida dela, Han Sung. Ela não me desceu pela goela. Ela se fez de vítima traída quando o Han Sung botou um par de chifres nela, quando ela tinha anos atrás, traído ele e trocado ele por outro. Por favor! Ela pintou e bordou no coitado e ainda quiseram enfiar na cabeça do telespectador (que somos nós) que ela era boazinha. Ai que ódio!




O senhor Hong, embora muuuuuuuuuuito nojento, ganhou minha simpatia. A avó do Han Kyul só perdeu pontos comigo quando implicou com a Eun Chan por ela ser uma menina que parecia um homem. A mãe Do Han Kyul também ganhou minha simpatia. Amei a mãe da Eun Chan e adorava a irmã da Eun Chan.

Embora o Han Kyul tenha toda uma história oculta envolvendo sua família, eu simplesmente amei a forma como ele lidou com tudo isso. Não foi aquele protagonista que sofre e faz tempestade com tudo. Ele sofreu, mas foi compreensivo. Amava sua família e isso que importava. Eu achava lindo, perfeito, a coisa mais fofa do mundo, a relação dele com a avó. Dava pra ver nos olhos como o protagonista amava a avó. Todas as cenas deles dois, eu só faltava ter um treco com tanta fofura.



Mas acho que o ponto mais alto desse dorama, foram as cenas fofas entre o Han Kyul e a Eun Chan. As cenas fofas deles me deixavam delirando com tanta fofura. Diferente da grande maioria dos doramas, eles tiveram mais contato físico, eles se abraçavam mais, abraços fofos. Os beijos... Nunca vi um dorama com tanto beijo e beijo dos bons! Foi o casal de dorama com mais química que eu já vi. Eu nunca quis tanto estar na pele da protagonista como em Coffee Prince. E no penúltimo episódio... Como eu vibrei quando o Han Kyul agarrou a Eun Chan com um beijão e jogou ela contra a parede (porta). E achei lindo que muitas cenas fofas, ele achava que ela era homem. 


O que eu fiquei na duvida se gostei ou não, foi que quando o Han Kyul descobriu que a Eun Chan era mulher, ele ficou puto com ela. Beleza, ela mentiu. Mas é uma mentira facilmente perdoável perto do alívio que ele deve ter sentido ao saber que não era gay.

Meu amor por Harlan Coben


Ontem terminei de ler mais um livro do Harlan Coben, chamado "Cilada". Tinha começado a ler havia um tempo, mas estava lendo devagar por conta das provas da faculdade. Então ontem, eu li quase metade do livro, pois não conseguia parar de ler. Eu PRECISAVA saber o final. E é isso que eu gosto nos livros do Harlan. Você devora-os e nem sente. Tinha parado de ler para dormir, mas não conseguia dormir na aflição de saber o final do livro. Então, com os olhos ardendo de sono, liguei a luz e voltei a ler até terminar e descobrir quem fez o quê. Quem era o culpado. E Harlan sempre consegue me surpreender, até o ultimo capítulo eu fui surpreendida. 

Já li livros de romance policial de outros autores, inclusive da rainha do crime, Agatha Christie, mas nunca vi nenhum deles escrever um romance policial tão bem elaborado, tão bem entrelaçado e tão bem estruturado. Harlan escreve de um jeito, que se você prestar atenção nos mínimos detalhes, você chega a mesma conclusão que a "heroína" do livro. Pois nada do que ele escreve é apenas por escrever. Um detalhe como a descrição de um sofá, existe um motivo para ele estar descrevendo este sofá. Eu me impressiono como ele não se perde em tantos detalhes, em tantas histórias paralelas que se entrelaçam no final. E além dele ter essa capacidade de juntar todos os pontos que pareciam impossível de juntar, ele ainda aborda de um jeito bem realista, várias questões comuns à muita gente. Problemas no casamento, perda de ente-queridos, erros banais com grande repercussão, culpa, brincadeira de adolescente que acaba dando errado e gera consequências terríveis, amor em suas várias formas, amor de um jeito bem humano e falho, nada utópico. Ele consegue falar de vários tipos de amor e realmente nos tocar, sem falar de amor utópico, que nós vemos e lemos em vários filmes e livros. Eu leio os livros dele e reflito sobre a vida. Os outros livros, de outros autores de romance policial, nunca me fizeram refletir assim... Podem até levantar questões que me façam refletir, mas nunca levantaram essas questões tão bem quanto Harlan Coben. 

The Vampire Diaries

Estreou a quarta temporada de The Vampire Diaries e eu surtei com o primeiro episódio. Elena que fique com o Stefan, porque o Damon já é meu!


resumo do início de tudo: Elena sempre foi uma ótima estudante, linda, popular e envolvida com a escola e seus amigos. Quando o semestre começa Elena fica fascinada com o novo garoto da escola Stefan Salvatore, um vampiro de 150 anos. Enquanto Stefan luta para viver em paz com os humanos, seu irmão Damon é a personificação da violência e brutalidade.


Conheci os livros que deram origem à série antes dela surgir. Lembro que li o primeiro livro após ter lido os livros da saga crepúsculo. E lembro de ter amado! Lembro de ter dito à várias pessoas que diários do vampiro era melhor que crepúsculo. Sendo que hoje eu paro para raciocinar e não sei da onde eu tirei essa ideia de que o primeiro livro era melhor que crepúsculo. Porque, honestamente, eu não cheguei nem a ler o segundo livro e os outros que se seguiram. O amor da Bella e do Edward foi muito mais bem trabalhado que o amor da Elena e do Stefan. No livro "o despertar" (primeiro livro da saga diários do vampiro e único que eu li) a Elena se apaixona muito rápido pelo Stefan, tudo acontece muito rápido e ao mesmo tempo, muito devagar. Faz tempo que eu li, mas ainda lembro dessa impressão que eu tive. 

Algum tempo depois de eu ter lido o primeiro livro, anunciaram que iam fazer um seriado baseado no livro (só baseado mesmo, porque a história dos livros e da série de tv possuem MUITAS diferenças). Eu não me empolguei. Minha reação foi totalmente oposta à reação que eu tive quando soube que Gossip Girl ia virar seriado. A primeira temporada estava rolando, todos comentando, minha irmã, que leu mais livros da série do que eu, assistia e vivia dizendo que era legal e que eu devia assistir também... Todos amando. Menos eu. Eu assistia alguns episódios, algumas partes de episódios que passava na televisão e eu sempre achava tosco. Por isso, nunca me dava ao trabalho de assistir o primeiro capítulo como se deve. Do começo ao fim. E o pior, o motivo pelo qual eu não gostava, tinha nome e sobrenome: Ian Somerhalder. Não me levem a mal. O Ian é lindo e disso eu nunca tive dúvidas. Nem tem como duvidar disso, né? O problema é que eu não engolia a atuação dele. Pra mim, ele atuava tão mal, que cagava a série toda. 

Não lembro por que cargas d'água, eu resolvi baixar o primeiro episódio de The Vampire Diaries pra assistir. Só sei que um belo dia, esse milagre aconteceu. E para a minha enorme surpresa, eu gostei. Continuava odiando a atuação do Ian, mas pela história e pela beleza dele, eu relevei. Em pouco tempo eu estava mais viciada que a minha irmã e apaixonada pelo Damon, personagem interpretado pelo cara que estava impedindo que eu gostasse da série (risos). Isso é no mínimo, irônico. 

Atualmente, Damon continua sendo meu personagem favorito da série. Eu não sei se o Ian Somerhalder melhorou na atuação ou eu que me acostumei. Acho que um pouco dos dois. O fato é que, se antes eu não assistia por conta dele, hoje meu maior motivo de acompanhar TVD é por causa dele. Como o mundo dá voltas. 



Não gosto do Stefan, nem quando ele é bom, nem quando ele é mau. Amo o Damon quando ele é bom e quando ele é mau. Nina Dobrev é foda, consegue interpretar lindamente a Elena e a Katherine. E eu gosto das duas personagens que ela interpreta. Sou louca pelo Klaus e aquele sotaque britânico dele. O Tyler pode ter seus momentos otário, mas eu o amo de todo jeito. O Jeremy é meu queridinho. Alaric, como eu amo esse homem! A Bonnie, eu tenho um certo abuso dela, confesso. Mas sou louca pela Caroline, fico na dúvida de pra quem eu torço pra ela ficar. Já torci por ela e pelo Matt (que apesar dele ser um 'estranho no ninho' eu dou valor), já torci por ela e pelo Tyler, já até quis que ela e o Stefan se apaixonassem. E agora eu sonho em vê-la com o Klaus. Enfim, The Vampire Diaries é um seriado que me saiu melhor que a encomenda. Um seriado que me faz querer entrar na tela do computador, só pra consolar o Damon e dar uns pegas nele. Um seriado que me faz chorar e me apaixonar. Um dos poucos que eu ainda acompanho.

Lee Min Ho

Começarei dizendo que o Lee Min Ho foi a minha maior surpresa dentro do universo coreano. Lembro de ser fã doente pelo Jang Geun Suk, mas não ter mais nenhum filme ou kdrama dele para assistir. Ai minha amiga disse "assiste Boys Before Flowers". E sempre que eu passava pelos blogs de doramas procurando algum interessante, eu via muitos comentários positivos sobre BBF e sobre como os F4 eram bonitos. Mas ai eu olhava pras fotos do dorama e não conseguia achar nenhum bonito. Ou melhor, só o Kim Bum, mas mesmo assim, nem tinha achado essas coisas toda. E o que diziam ser o protagonista, meu Deus, eu pensei "que horroroso, que tosco, como alguém acha ele bonito?". 


Ai eu assisti o primeiro episódio de Boys Before Flowers e, para ser sincera, foi o primeiro dorama que me prendeu de verdade logo no primeiro capítulo. Então eu vi o Kim Hyung Joong e após perceber que ele era bonito, fiquei me perguntando, porquê diabos não o tinham colocado como protagonista? Nos primeiros minutos, eu cheguei a torcer que a Jan Di ficasse com o Ji Hoo (Hyung Joong). Então, acho que no final do primeiro episódio, houve a grande entrada dos F4 no Hall do colégio e lá estava ele, o Goo Jun Pyo, interpretado por Lee Min Ho. Continuei achando ele feio, mas meu coração começou a derreter naquela cena. Percebi que o Jun Pyo tinha charme. Um charme que os outros não possuíam. Um charme irresistível!  Então, houve uma cena em que ele deu seu primeiro sorriso. Não gostei do sorriso, confesso. Mas eu ficava querendo que ele continuasse sorrindo. Eu gostava de olhar pro sorriso dele. O nariz dele, eu achei grande demais, estava acostumada com o nariz delicado e a beleza delicada do Jang Geun Suk. Lá pelo episódio três, eu já estava completamente apaixonada pelo ator, Lee Min Ho. A cena em que ele aparece tomando banho, foi a cena em que eu pensei "ele definitivamente é bonito molhado desse jeito". Quando terminou Boys Before Flowers, eu já tinha, há muito tempo, retirado o Geun Suk do posto de meu ator preferido da Coreia. 


Lee Min Ho conseguiu passar de ator mais feio, do sorriso mais feio, do cabelo mais feio, do nariz mais estranho pro ator mais lindo, do sorriso mais lindo, do cabelo mais lindo, do nariz mais lindo. Eu consigo achar outros atores bonitos, mas nenhum conseguiu roubar o posto do Min Ho até agora. Nenhum sorriso derrete mais o meu coração que o dele. E o cabelo dele me faz querer fazer cafuné nele. E eu sou APAIXONADA pelo pescoço dele. Pelo gogó dele. O nariz dele é de homem, homem macho. Ele tem cara de homem, talvez tenha sido isso que tanto me conquistou. Embora ele seja novo, ele não parece um menino. 

Atualmente, meus doramas favoritos possuem o Lee Min Ho como protagonista. Mas o fato dele ser o protagonista, é só um detalhe a mais. Os meus dramas favoritos são meus favoritos, por uma série de outros motivos e se o Min Ho é protagonista da maioria, eu vejo isso como um bônus. Boys Before Flowers, que foi onde tudo começou, não está incluso no top dos meus 5 doramas favoritos, embora realmente seja um dorama que merece ser assistido. 

Lee Min Ho é um ator que vem crescendo mais e mais. É notável o quanto ele cresceu na atuação se você pegar BBF e Faith para comparar. E ele vem conseguindo fazer de tudo. Personagens engraçados, problemáticos, românticos, complexos. Doramas de comédia romantica, ação, fantasia; tudo.

Playful Kiss (minha opinião)


Comecei a assistir doramas há uns três meses, portanto, não posso dizer que já assisti vários ou que sou especialista nisso. Mas de todos que eu já assisti e estou assistindo (ao todo são um pouco mais de 10 doramas), devo dizer que o que eu menos gostei foi Playful Kiss. 

Sempre que eu assisto um dorama, eu procuro em vários blogs comentários sobre o que eu estou assistindo. Gosto de saber a opinião das pessoas, até pra ter uma noção se vale a pena assistir ou não. Fiz isso com Playful Kiss. Minha amiga que indicou e depois vi em vários blogs comentários positivos. Que era um dorama fofo, baseado num mangá e que como todo dorama, tinha lá seus defeitos. Mas não vi nenhum comentário realmente negativo à cerca desta novela. 

O que eu gostei em Playful Kiss? O que me fez realmente assistir e ir até o fim, foi o Kim Hyun Joong. É também um dorama fofo, bem água com açúcar, do jeito que eu gosto. Para quem não sabe, Playful Kiss conta a história de uma estudante desajeitada (Oh Ha Ni) que se apaixona pelo perfeccionista Baek Seung Jo. Devido à um incidente, onde a casa em que Oh Ha Ni morava é destruída, ela e seu pai acabam indo morar na casa de um velho amigo de seu pai. E esse amigo nada mais é que o pai de Baek Seung Jo. Oh Ha Ni, embora não saiba fazer nada direito, nem ter muitas qualidades, até que é engraçada. Eu dei algumas boas risadas nesse Kdrama. Não só graças à ela, mas graças à mãe de Seung Jo. Aliás, a mãe dele foi um dos pontos altos do drama. Ela é hilária, linda e fofa e sempre apoiou Oh Ha Ni a ficar com seu filho. O irmão mais novo do Seung Jo, mesmo sendo antipático com a Ha Ni o tempo todo, me conquistou. A unica coisa que me irritou profundamente nesse dorama, e que, por conta disso, está em ultimo colocado na minha listinha, foi o fato de que a Oh Ha Ni chegava a se humilhar pra conseguir a atenção do Baek Seung Jo. Ele pisava nela, maltratava, ela sofria, mas continuava gostando dele. Ela grudava nele feito chiclete. Perseguia mesmo. E ele sempre dando foras nela. Acho que ela passou uns 4 anos nessa de gostar dele, sendo humilhada, pisada e maltratada. Qualquer garota teria desistido. E nenhum garoto se apaixonaria por uma louca dessas. No começo, eu tive raiva do Seung Jo pelo jeito que ele a tratava, mas depois, eu queria que ele desse uma surra nela, pra vê se ela se tocava. Que mulher mais submissa, meu Deus! Pra mim, ela foi a pior protagonista que eu já vi. E eu não sei como o Baek Seung Jo foi se apaixonar por ela no final. Na vida real, isso nunca aconteceria. Mas, ainda assim, é um dorama que vale a pena assistir. Tanto vale a pena pelo Kim Hyun Joong, quanto pelas cenas fofas.

Kim Hyun Joong


Enquanto eu estou empolgada, PRECISO escrever sobre o Kim Hyun Joong. Ele é um ator e cantor coreano. Integrante da banda SS501. Atuou, até onde eu sei, em dois doramas coreanos. Boys Before Flowers e Playfull Kiss. Assisti à ambos os doramas e já ouvi várias músicas de sua banda. A primeira vez que vi esse rostinho lindo foi em Boys Before Flowers. Nesse dorama, ele aparece primeiro que o protagonista, numa cena onde ele está tocando um violino. A protagonista, no inicio, se apaixona, se encanta, por ele. E quem não? Embora eu concorde com a maioria das meninas que assistiram e disseram que aquele cabelo grande dele é horrível, nada consegue deixar o Kim Hyun Joong feio. O cabelo não favorecia sua beleza, mas ele continuava maravilhosamente lindo. Eu confesso que não achei ele maravilhosamente lindo logo de primeira. Eu o vi naquela cena, tocando violino e fiquei na dúvida se o rosto dele era bonito ou se era estranho. Atualmente, eu sei que ele é bonito mesmo. Não só bonito, mas simpático. Kim Hyun Joong tem muito carisma, embora os papéis que ele representou, tanto em Boys Before Flowers, quanto em Playfull Kiss, eram personagens bem sérios, que não sorriam com facilidade (E quem conhece sabe como o sorriso desse homem é perfeito), nem faziam muitas brincadeiras. Na vida real, Hyun Joong me parece bem brincalhão (vi alguns vídeos dele e foi isso que me pareceu). Mas ele fica perfeito nesse tipo de papel, onde faz caras calados e sérios. O rosto dele transparece muita seriedade, na minha opinião. Quando ele sorri, o sorriso parece sempre meio tímido. E quando ele ri, meu coração chega derrete. Apesar dele não ser meu coreano favorito, ele chega bem perto de ser. Ele me conquista sempre com aquele rostinho de anjo, aquele sorriso de derreter corações, aquela simpatia, aquele jeito sexy e o jeito que ele dança... Vi um vídeo de uma menina dizendo que ele era o Michael Jackson coreano e realmente... Ele dança tão bem, que me faz lembrar o Michael. Enfim, tenho certeza que para muuuuuuitas mulheres, ele é o homem perfeito. 

Jang Geun Suk


Como eu já disse anteriormente, o primeiro filme, a primeira coisa que vi do mundo asiático, tinha o Jang Geun Suk como protagonista. Ele foi o único, até agora, em que eu bati o olho e achei bonitinho. Bonitinho, somente. Pois ainda não estava acostumada com a beleza asiática. Mas ele me conquistou. Me conquistou de um jeito que por um bom tempo, o mundo asiático, pra mim, se resumia à ele. Eu não assistia nada que não tivesse o Suk como protagonista. Passava horas olhando e admirando fotos dele, vendo videos dele no youtube e procurando saber um pouco mais sobre o príncipe da ásia. Ele se tornou meu vício. E eu nunca imaginei que fosse amar tanto um ator coreano. Ele faz juz ao seu apelido de príncipe da ásia. Na minha opinião, a atuação dele é impecável. Eu assisti tudo que encontrei dele e quando não tinha mais nada, veio a tristeza. Porque eu não conseguia aceitar que existiam outros coreanos bonitos, outros atores bons como o Jang. Eu não queria assistir nenhum outro dorama em que ele não fosse o protagonista. Eu olhava as fotos de outros doramas, posters, etc e achava todos os protagonistas feios. E eu dizia para a minha amiga que havia me apresentado esse mundo novo "não existe nenhum outro asiático mais bonito que o Jang e que atue bem". E ela me dizia que existia sim. Talvez não melhor que o Suk, já que ele é o ator preferido dela, mas existiam outros tão bons quanto. Jang Geun Suk foi meu primeiro amor coreano, sempre que surgir um novo filme ou novo dorama dele, eu vou correr para assistir. Acho que se uma pessoa quer dar uma chance ao mundo asiático, ela deve começar vendo os trabalhos do Suk, pois ele não decepciona e ainda ganha corações com a sua simpatia e carisma. Não tem como não se apaixonar por aquela carinha de bebê, aquela voz grossa, aquele sorriso de matar... Ah, aquele sorriso... Ele me ganhou mesmo foi no sorriso. Ele é uma das coisas mais fofas que Deus já inventou.

Eu tenho alguns vícios. Música, livros, doramas e seriados americanos e filmes. Em termos de música, eu gosto de tudo um pouco, o que agrada os meus ouvidos, está valendo. Para um livro me agradar, é meio complicado. Não sou fã de histórias românticas, nem de sobrenatural, nem de fantasia. Nem as três coisas numa mesma história, tipo "A mediadora" ou "Crepúsculo". Como já disse em outro post, sou fã da série de livros Gossip Girl, pois fala de adolescentes, conflitos, amizades, amores... Tudo isso em um ambiente da alta sociedade de Nova York. Talvez, para muitos, soe como um livro que fale de coisas fúteis, mas ao mesmo tempo, mostra que pessoas fúteis também possuem fragilidades e sentimentos. De todos os livros que eu já li, o final dessa série, foi um dos que mais me agradou. Foi um final que celebrou a importância da amizade. Não achei o final muito óbvio, o que me agrada. Aliás, um dos motivos para eu não ser fã de livros que a história gira em torno de um romance, é o fato dos finais serem previsíveis. Ou eles ficam juntos ou um deles morre. E eu prefiro quando um morre. Mas eu sei que isso deixa a maioria dos leitores tristes e revoltados. Por conta dessa minha preferência por finais inesperados, eu sou apaixonada por livros de romance policial. No começo, eu lia muito Agatha Christie, perdi as contas de quantos livros dela eu já li. Mas ai, um dia, passeando pelas Lojas Americanas, um livro me chamou atenção. "Desaparecido para sempre" do Harlan Coben. Eu devorei o livro, me apaixonei. O final... Me surpreendeu. Já li vários outros livros dele, mas esse continua sendo meu favorito. O meu livro favorito de todos os tempos. E o Harlan, acabou se tornando o meu escritor favorito de todos os tempos. Não houve, até hoje, um livro dele que eu não tenha amado. Não deixei de gostar da Agatha, mas com o tempo, eu me acostumei com os livros dela e passei a achar os finais óbvios (embora eu nunca tenha acertado quem era o assassino no final). Nunca acertei quem eram os assassinos, mas no final, era sempre alguém que não parecia tão suspeito assim. No do Harlan, ele elabora uma história complicada, mas que se você prestar atenção e conseguir juntar os pontos, talvez consiga adivinhar quem está por trás de tudo. E mesmo ele te dando as pistas, você ainda consegue se surpreender no final. É isso que o torna tão único, pra mim. 
Embora eu não goste de livros que falam sobre amor, eu amo filmes, seriados e doramas no estilo comédia romântica. Adoro um bom filme água com açúcar. Gosto de outros gêneros também, mas comédia romântica e um bom drama, são meus estilos preferidos.  

Seriado (Gossip Girl)

Já criei dois posts falando de dorama, acho que agora está na hora de falar um pouco sobre seriados americanos. Eu era viciada em vários, e até um dia desses, eu precisava estar sempre assistindo algum seriado. Todo dia, depois da faculdade, eu assistia um ou dois episódios de algum seriado. Mas, como todos sabem, seriado americano é aquela coisa: você vicia e tá sempre torcendo por mais temporadas, até que uma hora você percebe que a história já não é mais tão empolgante como era no começo. Você ainda ama, mas lá pela oitava, nova temporada, a empolgação já não é mais a mesma. E cansa, por melhor e mais viciante que seja, cansa acompanhar tantas temporadas. Talvez por isso eu tenha me viciado em novelas asiáticas... Elas são curtas, não emendam várias temporadas. 

Meu vício em seriados americanos começou com um livro. Uma série de livros. Isso mesmo. Livros. Quando eu tinha 15 anos, eu fui me despedir da minha mãe no aeroporto, se não me engano... Ou esperar por ela, não me recordo ao certo. Sei que para passar o tempo, eu e minha avó entramos em uma livraria do aeroporto e eu vi um livro que me chamou atenção. Gossip Girl. Minha avó acabou comprando pra mim. Quando comecei a ler, percebi que havia comprado o terceiro livro da série. Eu não sabia que Gossip Girl era uma série de livros naquela época. Mas li o terceiro mesmo assim. E depois comprei os dois primeiros... E o quarto, o quinto e por ai vai. Hoje tenho uma prateleira no meu quarto somente com livros de Gossip Girl. Foi a primeira série de livros que li e a primeira que viciei. Nisso, surgiu o seriado americano de Gossip Girl. Acompanhei tudo desde o inicio. No começo, achei estranho ver que o Chuck não era gay, que a Serena não era tão bonita quanto eu imaginava (embora eu ache a Blake linda, eu imaginava a Serena ainda mais linda), a Vanessa não ser careca e ainda por cima, morena. O Nate, a Blair e o Dan foram os que menos me decepcionaram. Na verdade, a Blair, eu já amava no livro e com o seriado, passei a amar ainda mais. O Nate, só me decepcionou porque ele não vivia chapadão como nos livros, mas o Chace Crawford fez juz a beleza do Nate descrita nos livros. E o Dan... Não lembro como eu me sentia em relação a ele. E eu ia esquecendo de falar da Jenny... Ela também não era muito parecida com o que eu havia imaginado. O fato é que foi aí que começou meu vício em seriados americanos. Viciei em Gossip Girl e a partir daí, comecei a procurar outros seriados para assistir. E se antes, Gossip Girl era meu seriado favorito, atualmente eu já acho que anda perdendo a graça. Não gostei muito da ultima temporada que saiu, mas pretendo assistir a próxima que virá. 

Em outro post, eu falo sobre outros seriados em específico. 

Coragem de dizer


O que você diria a ele se tivesse coragem? Eu criei essa coragem um dia. Escrevi e mandei para ele. Mas eu não lembro se fui totalmente sincera. Se disse realmente tudo. Duvido que eu tenha dito. Mentir é fácil, agora falar a verdade sem esquecer de nada, é complicado. Nunca fui sentimental, nem com amigos, nem com amigas, nem com paqueras. Sou durona. Sou baixinha, magrinha e aparento ser bem mais nova. E quando eu digo bem mais nova, não são só 2 ou 3 anos mais nova. Mas uns 8. Pareço uma criança indefesa, tanto é que sempre aparece alguém pra me defender, me proteger. Não gostava disso, agora gosto. E aqueles que dizem que baixinhas são as piores, estão certos. Eu sou bruta, sou difícil de me iludir, difícil de conquistar. Não por opção minha. Não sou assim por querer ser assim. Queria ser mais romântica, acreditar e achar lindo quando me elogiam. Mas odeio elogios. Não sei reagir à elogios. Não sei dizer "eu te amo" nem à minha mãe, quanto mais aos outros. É preciso conhecer cada fibra do meu cabelo, cada veia minha, cada peculiaridade, pra saber quando eu amo. 

Mas um dia eu criei coragem e disse. Não lembro o que escrevi, mas não cheguei a dizer "eu te amo". Amar é algo muito sério pra mim. E agora estou com vontade de dizer de novo o que eu sinto pra você, embora você não vá ler, já que eu não tenho mais essa coragem. Estou escrevendo como um desabafo. 

Acho que eu era apaixonada por você. Não fazia outra coisa além de pensar em você. E eu nem te acho bonito. Nem curto o seu estilo. E assim que eu tiver dinheiro, pretendo comprar roupas novas pra você. Seu cabelo melhorou, você cortou, aleluia! Agora você bem que podia usar aparelho e ajeitar os dentes. Mas você é muito relaxado com essas coisas, né? Isso me incomoda, mas não muda em nada o sentimento. Eu leio esses textos do Caio F. Abreu, Carpinejar, Tati Bernardi e nem sempre me identifico. Geralmente eles falam de uma pessoa bonita, do sorriso bonito, dos olhos bonitos, dos cabelos bonitos e até de um estilo que os atraí. Mas nada em você que meus olhos possam ver, me atraem. E ainda assim, eu sinto uma corrente elétrica passar por nós, de um para o outro. Seja lá o que me faz sentir atraída por você, não só psicologicamente, mas fisicamente, não é visível aos olhos. E tudo isso me enlouquece! Como eu posso ser tão ligada a você e nunca ter te beijado? Será que se a gente se beijar, o encanto acaba? Eu queria que a gente desse certo, mas morro de medo da gente dar certo. Contraditório, mas verídico. Eu não gosto dos seus defeitos, mas te aceitaria mesmo assim, se a gente namorasse. Você não gosta dos meus defeitos e acho que por isso a gente não namora. Porque você não consegue aceitar um amor que não seja utópico. Isso mesmo. Eu e você... Não temos um sentimento utópico um pelo outro. Você sabe, mesmo eu negando que não gosto mais de você, que eu gosto. Eu te dou patadas, eu te trato mal, eu digo que não sinto mais nada por você, mas você continua me olhando daquele jeito que me incomoda e afirmando que o que a gente tem, não acaba assim. Afirmando que eu minto pra você. E minto mesmo. O que eu mais amo e mais odeio em você é a mesma coisa; você me desarma. Você me conhece tão bem que me assusta. Ao mesmo tempo que me alegra saber que exista alguém que preste atenção em mim ao ponto de decifrar meu olhar. Eu só queria que depois de tudo isso, você percebesse que viver na realidade comigo, é melhor que viver o amor utópico com outra pessoa. 

Pirando em Faith


Nunca tinha assistido dorama de época, ainda mais misturado com fantasia. Confesso que o que me fez assistir, não foi a sinopse de Faith, nem muito menos o fato de ser de época. Foi simplesmente pelo ator principal, que é meu ator coreano favorito. Lee Min Ho. Não pretendo entrar em muitos detalhes nesse post sobre o dorama como um todo, pois eu só queria relatar aqui o motivo maior da minha piração. Faith me surpreendeu. Eu não esperava ficar tão viciada, não esperava que fosse tão bom. Os capítulos têm a dose certa de conspiração, ação, comédia e romance. Ok, talvez no quesito romance esteja indo meio devagar, mas a trama é tão boa que te prende do começo ao fim. Os atores são espetaculares! Mas eu confesso, que embora eu ache o Min Ho o homem coreano mais lindo que existe, o motivo da minha maior piração é o Rei de Goryeo, interpretado pelo ator Ryu Deok Hwan. E a minha primeira impressão do ator, foi a pior possível. Pensei logo "que nanico". Pensei que o rei seria um retardado e idiota. Mas agora eu tiro o chapéu, tanto pelo ator, quanto pelo personagem. Ambos me surpreenderam. Estou AMANDO o rei de Goryeo, graças à belíssima atuação de Ryu Deok Hwan. E estou tendo ataques cardíacos cada vez que o rei e a rainha se olham, se falam e rola aquela tensão sexual. Confesso que gosto mais da realeza, do que do casal principal da trama. Eles me fazem suspirar muito mais. Me fazem ter vontade de entrar na tela do computador e apertar as bochechas do rei de tão fofo que ele é. 
Agora a melhor cena até agora, a que eu tive que assistir várias vezes, foi o final do episódio 8. O rei mostrando a que veio. Tirando as roupas de Yuan na frente de todos e colocando as roupas de Goryeo. E depois a entrada do Choi Young (Lee Min Ho) e seus guerreiros, com a trilha sonora PERFEITA ao fundo. Eu delirei. De todos os doramas que eu já assisti, até agora essa cena foi a melhor. A mais épica. 

Resumindo, estou apaixonada pelo ator e personagem de Ryu Deok Hwan. Estou apaixonada pelo dorama inteiro e quando acabar, vai ser uma das minhas piores depressões pós-doramas. Quem assiste dorama sabe do que eu estou falando... Sempre que um acaba, a gente fica meio deprê. Então, assistam Faith e se apaixonem como eu. Mas fiquem sabendo que o rei já é meu.

Doramas



Para quem não sabe, dorama é o nome generalizado que se dá à novelas orientais. Comecei a assistir doramas há uns 3 meses, em uma viagem que fiz com minha turma de amigos. E viciei. Já estava meio cansada de seriados americanos e suas intermináveis temporadas. Os doramas surgiram na minha vida na hora certa! Eles são curtinhos, a maioria só possui uma temporada e as histórias variam muito, embora a maioria seja comédia romântica pra você se apaixonar e dar umas boas gargalhadas. Acho que a maioria de nós, garotas, gostamos de um bom romance pra adoçar nossas vidas, né? Os doramas me ajudam a passar o tempo, até os mais bobinhos. Sem contar que, como apreciadora de música, eu simplesmente amei as trilhas sonoras das novelas orientais! 

Lembro que na viagem que fiz com meus amigos, no segundo dia após o almoço, todos nós com aquela preguiça básica que bate depois de muita comilança, uma das nossas amigas liga o computador e sugere que todos nós assistamos à um filme. Ela, que ama cultura oriental, nos apresentou "baby and me", protagonizado pelo Jang Geun Suk. No começo eu estranhei. O jeito que eles falam é bem diferente do que eu estava acostumada. Em geral, não achamos estranho ouvir americanos falando nos filmes, pois já estamos acostumadas. Nem achamos estranho o jeito que os americanos agem e atuam em seus filmes e seriados. Até filmes espanhóis, franceses e italianos a gente consegue digerir bem quando vê pela primeira vez. Mas um filme coreano? Foi complicado. Criei uma resistência no começo. Eles falavam engraçado, atuavam engraçado e o eu achava que todos os atores tinham a mesma cara. Achei o Jang bonitinho logo de cara, mas muito magro e com um jeitinho de gay que não me agradou... Mas tudo isso mudou no mesmo dia. "baby and me" me conquistou total! Filmes com bebês são sempre fofos e esse não é diferente. Quando filme acabou, todo mundo vibrou, querendo mais. Então essa nossa amiga colocou um dorama pra gente assistir que ela não tinha começado a ver ainda e que, infelizmente, ela só tinha dois episódios no computador. Era "Love Rain", novamente, protagonizado pelo Jang Geun Suk. Ai pronto, me vi apaixonada por ele. O fato dele ser magro e ter esse jeitinho meio afeminado, não diminuiu minha paixão por ele, pelo contrário, só fez aumentar. Talvez seja o fato dele atuar bem, que tenha tornado todos os defeitos que eu vi no começo, uma qualidade. Embora atualmente ele não seja meu ator asiático preferido, eu até agora não vi nenhum que atuasse tão bem quanto ele. E de um cara que eu achava apenas bonitinho e meio gay, ele se tornou lindo, sexy e embora o jeitinho afeminado continue, ele tem alguma coisa que o torna muito homem. Muito macho. É difícil explicar, só conhecendo o trabalho dele pra entender. E devo dizer que foi graças à ele, que eu me viciei nesse mundo asiático. 

Começo de uma nova Era


Eu tenho mania de criar blogs, tumblrs e o diabo a quatro, pra escrever, postar coisas que eu gosto e tudo mais, na esperança de virar um hábito (para não dizer um vício) e me ajudar a passar o tempo. Eu faço faculdade, ando criando marra e estudando muito, mas ainda assim, sobra muito tempo livre, já que eu não trabalho. E eu adoro ler blogs, ADORO! Mas geralmente eu acabo criando essas páginas na internet e abandonando, espero que essa não seja mais uma que eu vá abandonar. 
O intuito desse blog é, como diz o título, falar de tudo que eu gosto. Desde músicas, até filmes, livros, roupas, comidas... E talvez eu fale até do que eu não goste. Espero que apareçam leitores, espero que eu não desista e espero que gostem (: